quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Gravidez na adolescência


Entre as ideias falsas de que se tece a sexualidade na adolescência, uma há que é extremamente preocupante – a de que na primeira vez a mulher não engravida. Um equívoco! A probabilidade é igual à das restantes vezes que se mantiver relações sexuais.
Quando a notícia desaba sobre a adolescente (e a família) como uma avalancha, ter ou não ter o bebé é a grande decisão. Valores pessoais, sociais e religiosos influenciam o desfecho, mas, independentemente disso, nos dois pratos da balança pesam-se consequências que não se podem descartar levianamente.
Assim, é preciso não esquecer que devido á idade existe um risco maior de problemas durante a gravidez, pois o corpo não está preparado. Subsiste igualmente um risco acrescido de problemas no parto e depois do parto. Os bebés nascidos de mães adolescentes costumam ter peso inferior ao normal, requerendo bastantes cuidados. Cuidados que a mãe nem sempre consegue proporcionar, pois não dispõe nem dos conhecimentos técnicos adequados nem de maturidade psicológica.
A nível familiar e social o cenário nem sempre é cor-de-rosa: muitas vezes a família rejeita o acontecimento como uma vergonha, não apoiando a jovem mãe e chegando mesmo a expulsá-la de casa. As probabilidades de deixar os estudos são três vezes maiores para a adolescente, o que é agravado ainda pelo facto de os amigos e colegas se poderem afastar, talvez até assustados com a nova realidade.
Quem se afasta muitas vezes é o pai da criança, sendo poucos os que assumem as suas responsabilidades, também eles muito novos, confrontados com a mudança radical nas suas vidas.
Se a decisão for não ter o bebé, coloca igualmente problemas muito graves, desde logo porque embora o aborto já seja despenalizado em Portugal, continua a implicar riscos para a saúde, quer durante o aborto quer depois. Sentimentos de culpa podem emergir depois e, em vez do alívio esperado, pode desenvolver-se um quadro de tristeza e stress, que torna a recuperação psicológica complicada.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Um mundo Sem Desigualdades



Actualmente, os direitos humanos estão cada vez mais desrespeitados por uma cultura dominante “Etnocentrismo”.
Deste modo, proponho que o governo imponha a igualdade ao nível salarial, político e social aos cidadãos mais afectados que são as mulheres e nos indivíduos com deficiência física e psicológica.
Por outro lado, advogo o aumento do incentivo das regalias socais, tais como: o aumento do rendimento social de inserção (RSI), o aumento do subsídio desemprego, o abono familiar, o aumento do subsídio para portadores de deficiência. Será importante que evitem as desigualdades sociais na atribuição dos apoios sociais.
Para finalizar, todas estas propostas não são suficientes para modificar a sociedade. É certo, que pede levar alguma melhoria, mas infelizmente, a sua aplicação não deve ser excluir dos governantes. Além disso, devemos ter conscientes para percebermos que podemos construir “Um mundo ainda melhor”, sem desigualdades de género, racial, social e cultural.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sensibilidade e Bom senso


Adora improvisar, abraça a mudança e vive o momento. É alegre, mas simultâneamente subtil, ingénuo e intuitivo, com uma particular atitude irónica, descobrindo aos poucos o prazer na ambiguidade. O seu gosto é ecléctico e o seu estilo é versátil, variando entre o rural e o contemporâneo. Os protagonistas não se vestem com uniforme. Tem a sua própria marca, personalizado e brilhante, ocasionalmente excêntrico e sem pudor.
Mas sempre autêntico.

Espreita o video: http://www.youtube.com/watch?v=jIDTv5WoVHA

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sei Lá
Já é tempo, de parar
De pensar que o tempo pode acabar
Já é tarde, pra voltar
Ao inicio pode nem resultar

Como foi que me perdi
Este rumo infeliz
Quando tudo o que quis
Era o chão pra pisar
Dava tudo pra voltar
Ao tempo em que amar
Era tudo o que podia dar

Então esperaste, em ombros carregaste
O meu corpo vezes sem fim

Refrão:
Eu sei lá se tu vais partir
Eu sei lá se ainda vou fugir outra vez


Já é tempo, de parar
Pra pensar se posso recomeçar
Já é tarde, pra voltar
Ao inicio sem sequer perguntar
Como foi que me perdi
Este mundo infeliz
Quando tudo o que fiz
Era só por te amar
Dava tudo pra voltar
Atrás e tentar, um inicio só um recomeçar

Então esperaste e por dois sonhaste
Fizeste um vencedor de mim

Refrão:
Eu sei lá se tu vais partir
Eu sei lá se ainda vou fugir outra vez

Eu sei láaaa

Eu sei lá se tu vais partir
Eu sei lá se ainda vou fugir outra vez.

domingo, 19 de setembro de 2010

Addiction


Fumar é um: Vício ou Prazer?

Desemprego agrava desigualdades de género


Apesar de possuírem igualdade formal em relação aos homens concedida pela constituição portuguesa, as mulheres são ainda alvo de desigualdades no mercado de trabalho, ao nível do Segregação ocupacional e da disparidade de remunerações, no âmbito da esfera privada, uma vez que no sector público a legislação que promove as igualdades é cabalmente cumprida.
Actualmente, as mulheres são as que mais sofrem o flagelo do desemprego e a pobreza. Têm os ordenados mais baixos, mas ainda assim são as que acumulam mais horas de trabalho por serem as grandes cuidadoras da família.
A ligação das mulheres ao mundo profissional é vista sob duas perspectivas antagónicas: Positivamente, as mulheres são já maioritárias em muitas profissões que exigem qualificação e escolaridade elevadas. Negativamente, os níveis salariais, o desemprego e a protecção na doença continuam a revelar tremendas desigualdades de género.

sábado, 18 de setembro de 2010

Epidemia da Imagem


“Distúrbios Alimentares”

A preocupação com o peso e a forma corporal cada vez mais levam as pessoas, nomeadamente os adolescentes e iniciar dietas progressivas e mais selectivas, “dietas loucas”, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Este tipo de comportamento pode levar a distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia.
A anorexia é uma perturbação alimentar e psicológica que consiste, essencialmente, na persistência em manter o peso corporal abaixo do normal. Este tipo de distúrbio conduz a uma percepção distorcida do próprio corpo, que leva a pessoa a ver-se como gorda. Quando não consegue manter restrição da comida, inicia episódios de subalimentação, entrando num ciclo vicioso no qual aumentam o medo de engordar e o desejo de emagrecer.
Assim, recorre ao excesso de exercício físico, uso de laxantes e provocação do vómito (bulimia) para perder peso. Existem diversas causas para explicar o aparecimento e o desenvolvimento da anorexia e bulimia. Contudo, a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estão fortemente associadas à ocorrência destes distúrbios. Antigamente o conceito de beleza estava associado a um corpo roliço (o ditado popular afirmava que “ gordura era formosura”), mas actualmente valoriza-se a magreza. A comunicação social é uma das causas dos transtornos alimentares, visto que impõe o estereótipo em que a magreza é um factor essencial para o sucesso social e económico.
As adolescentes são o grupo de maior risco. No entanto, há casos de todas as idades, de ambos os sexos. As principais consequências da anorexia e bulimia são alterações ao nível cardiovascular, gastrointestinal, depressão, fadiga e comportamento obsessivo – compulsivo. Em casos mais graves, estes problemas alimentares conduzem mesmo à morte.