domingo, 19 de setembro de 2010

Desemprego agrava desigualdades de género


Apesar de possuírem igualdade formal em relação aos homens concedida pela constituição portuguesa, as mulheres são ainda alvo de desigualdades no mercado de trabalho, ao nível do Segregação ocupacional e da disparidade de remunerações, no âmbito da esfera privada, uma vez que no sector público a legislação que promove as igualdades é cabalmente cumprida.
Actualmente, as mulheres são as que mais sofrem o flagelo do desemprego e a pobreza. Têm os ordenados mais baixos, mas ainda assim são as que acumulam mais horas de trabalho por serem as grandes cuidadoras da família.
A ligação das mulheres ao mundo profissional é vista sob duas perspectivas antagónicas: Positivamente, as mulheres são já maioritárias em muitas profissões que exigem qualificação e escolaridade elevadas. Negativamente, os níveis salariais, o desemprego e a protecção na doença continuam a revelar tremendas desigualdades de género.

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